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Livro Tópicos em Manejo de Plantas Daninhas
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Livro Tópicos em Manejo de Plantas Daninhas

Categoria: Entomologia e Fitopatologia

ISBN: 978-85-7269-275-5

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Tópicos em Manejo de Plantas Daninhas foi elaborado por meio da seleção de assuntos relacionados à ciência das plantas daninhas. Além da preocupação dos editores em apresentar um material atualizado sobre os tópicos biologia, métodos de controle, resistência, mecanismo de ação, absorção, translocação, Comportamento no solo e tecnologia de aplicação de herbicidas, o livro traz como inovação um capítulo sobre Manejo de Ambientes Contaminados por Herbicidas. 
É destinado a professores, técnicos e estudantes de graduação e pós-graduação em Ciências Agrárias e Ambiental e demais interessados no manejo sustentável dos sistemas agrícolas.

Acabamento: Brochura

Ano: 2007

Autor: Antonio Alberto Silva, José Francisco Silva

Edição: 1

Editora: UFV

ISBN: 978-85-7269-275-5

Páginas: 367

CAPÍTULO 1 - BIOLOGIA DE PLANTAS DANINHAS 
PLANTA DANINHA, 
PREJUÍZOS CAUSADOS PELAS PLANTAS DANINHAS,  
PREJUÍZOS DIRETOS,  
PREJUÍZOS INDIRETOS,  
ORIGEM, ESTABELECIMENTO E PROPAGAÇÃO DAS PLANTAS DANINHAS,  
CLASSIFICAÇÃO DAS PLANTAS DANINHAS,  
CLASSIFICAÇÃO QUANTO AO CICLO VEGETATIVO,  
CLASSIFICAÇÃO QUANTO AO HÁBITO DE CRESCIMENTO,  
CLASSIFICAÇÃO QUANTO AO HABITAT,  
CARACTERÍSTICAS DE AGRESSIVIDADE DAS PLANTAS DANINHAS,  
COMPETIÇÃO ENTRE PLANTAS DANINHAS E CULTURAS,  
FATORES DO AMBIENTE PASSÍVEIS DE COMPETIÇÃO,  
COMPETIÇÃO POR ÁGUA,  
COMPETIÇÃO POR LUZ, 
COMPETIÇÃO POR CO2, 
COMPETIÇÃO POR NUTRIENTES,  
ALELOPATIA,  
ALELOPATIA DAS PLANTAS DANINHAS SOBRE AS CULTURAS E PLANTAS DANINHAS,  
ALELOPATIA DAS CULTURAS SOBRE AS PLANTAS DANINHAS,  
ALELOPATIA ENTRE CULTURAS,  
ALELOPATIA DAS COBERTURAS MORTAS,  
INTERFERÊNCIA E PERÍODO CRÍTICO DE COMPETIÇÃO,  
REFERÊNCIAS,  

CAPÍTULO 2 - MÉTODOS DE CONTROLE DE PLANTAS DANINHAS 
INTRODUÇÃO, 
CONTROLE PREVENTIVO, 
CONTROLE CULTURAL, 
CONTROLE MECÂNICO, 
CONTROLE FÍSICO, 
CONTROLE BIOLÓGICO, 
CONTROLE QUÍMICO, 
MANEJO INTEGRADO DE PLANTAS DANINHAS (MIPD),  
REFERÊNCIAS,  

CAPÍTULO 3 - HERBICIDAS: CLASSIFICAÇÃO E MECANISMOS DE AÇÃO 
QUANTO À SELETIVIDADE, 
HERBICIDAS SELETIVOS, 
HERBICIDAS NÃO-SELETIVOS,  
QUANTO À ÉPOCA DE APLICAÇÃO,  
PRÉ-PLANTIO,  
PÓS-PLANTIO, 
QUANTO À TRANSLOCAÇÃO,  
QUANTO AOS MECANISMOS DE AÇÃO, 
HERBICIDAS AUXÍNICOS OU MIMETIZADORES DE AUXINA, 
SELETIVIDADE, 
PROBLEMAS CAUSADOS PELA UTILIZAÇÃO INCORRETA DE HERBICIDAS AUXÍNICOS,  
CARACTERIZAÇÃO DE ALGUNS HERBICIDAS AUXÍNICOS,  
HERBICIDAS INIBIDORES DO FOTOSSISTEMA II,  
MECANISMO DE AÇÃO,  
CARACTERÍSTICAS GERAIS DOS INIBIDORES DO FOTOSSISTEMA II, 
MECANISMOS DE SELETIVIDADE, 
CARACTERIZAÇÃO DE ALGUNS HERBICIDAS INIBIDORES DO FOTOSSISTEMA II,  
HERBICIDAS INIBIDORES DA PPO,  
PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS, 
MECANISMO DE AÇÃO,  
CARACTERIZAÇÃO DE ALGUNS HERBICIDAS INIBIDORES DA PPO,  
HERBICIDAS INIBIDORES DO ARRANJO DOS MICROTÚBULOS,  
MECANISMO DE AÇÃO, 
PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS, 
CARACTERIZAÇÃO DE ALGUNS HERBICIDAS INIBIDORES DOS MICROTÚBULOS,  
INIBIDORES DA SÍNTESE DE ÁCIDOS GRAXOS DE CADEIAS MUITO LONGAS (VLCFA), 
PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS, 
MECANISMO DE AÇÃO DAS CLOROACETAMIDAS, 
CARACTERÍSTICAS DE ALGUMAS CLOROACETAMIDAS,  
HERBICIDAS INIBIDORES DO FOTOSSISTEMA I, 
CARACTERÍSTICAS GERAIS,  
MECANISMO DE AÇÃO, 
PRINCIPAL HERBICIDA DO GRUPO,  
HERBICIDAS INIBIDORES DA ACETOLACTATO SINTASE,  
ALGUMAS SULFONILURÉIAS,  
ALGUMAS IMIDAZOLINONAS,  
HERBICIDA DERIVADO DO ÁCIDO PIRIMIDINILOXIBENZÓICO,  
HERBICIDAS INIBIDORES DA EPSPS,  
MECANISMO DE AÇÃO, 
CARACTERÍSTICAS GERAIS, 
HERBICIDAS INIBIDORES DA GLUTAMINA SINTETASE,  
MECANISMO DE AÇÃO,  
CARACTERÍSTICAS GERAIS, 
HERBICIDAS INIBIDORES DA ACCASE,  
PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS, 
MECANISMOS DE AÇÃO,  
CARACTERIZAÇÃO DE ALGUNS INIBIDORES DA ACCASE,  
HERBICIDAS INIBIDORES DA SÍNTESE DE LIPÍDEOS (NÃO INIBEM A ACCASE),  
HERBICIDAS INIBIDORES DA SÍNTESE DE CAROTENÓIDES (DESPIGMENTADORES), 
REFERÊNCIAS,  

CAPÍTULO 4 - HERBICIDAS: ABSORÇÃO, TRANSLOCAÇÃO, METABOLISMO, FORMULAÇÃO E MISTURAS
ABSORÇÃO DE HERBICIDAS,  
INTRODUÇÃO,  
INTERCEPTAÇÃO, RETENÇÃO E ABSORÇÃO DE HERBICIDA PELA FOLHA, 
PENETRAÇÃO PELO CAULE, 
PENETRAÇÃO PELAS RAÍZES,  
FATORES QUE INFLUENCIAM A ABSORÇÃO ATRAVÉS DAS RAÍZES,  
MECANISMO DE ABSORÇÃO DE HERBICIDAS, 163 
TRANSLOCAÇÃO DE HERBICIDAS,  
CONCEITO DE MOVIMENTO SIMPLÁSTICO E APOPLÁSTICO,  
MOVIMENTO DESCENDENTE,  
MOVIMENTO ASCENDENTE,  
TRANSLOCAÇÃO DE ALGUNS HERBICIDAS, 
METABOLISMO DOS HERBICIDAS NAS PLANTAS,  
FORMULAÇÃO,  
VEÍCULO DE APLICAÇÃO (ÁGUA), 
TIPOS DE FORMULAÇÕES, 
FORMULAÇÕES SÓLIDAS, 
FORMULAÇÕES LÍQUIDAS, 
MISTURAS DE HERBICIDAS,  
VANTAGENS DAS MISTURAS OU COMBINAÇÕES DE HERBICIDAS, 
INCOMPATIBILIDADE,  
INTERAÇÕES ENTRE HERBICIDAS, 
INTERAÇÕES DE HERBICIDAS COM INSETICIDAS EM MISTURA,  
INTERAÇÕES DE HERBICIDAS COM FERTILIZANTES EM MISTUA,  
REFERÊNCIAS,  

CAPÍTULO 5 - HERBICIDAS: COMPORTAMENTO NO SOLO 
INTRODUÇÃO,  
IMPORTÂNCIA DO ESTUDO DE HERBICIDAS NO SOLO,  
PROCESSOS DE RETENÇÃO,  
PRECIPITAÇÃO,  
ABSORÇÃO,  
ADSORÇÃO,  
SORÇÃO,  
ESTIMATIVA DA SORÇÃO,  
ISOTERMAS DE SORÇÃO,  
PRINCIPAIS PROPRIEDADES DO SOLO QUE INFLUENCIAM A SORÇÃO DE HERBICIDAS,  
IMPORTÂNCIA DA MATÉRIA ORGÂNICA DO SOLO NA SORÇÃO DE HERBICIDAS, 
TEXTURA E MINERALOGIA,  
PH DO SOLO,  
PRINCIPAIS PROPRIEDADES FÍSICO-QUÍMICAS DOS HERBICIDAS QUE INTERFEREM NA SUA SORÇÃO NO SOLO,  
COEFICIENTE DE PARTIÇÃO OCTANOL-ÁGUA KOW,  
CAPACIDADE DE DISSOCIAÇÃO ELETROLÍTICA PKA, 
DESSORÇÃO, 
PROCESSOS DE TRANSPORTE, 
ESCORRIMENTO SUPERFICIAL (RUN-OFF) E SUB-SUPERFICIAL (RUN-IN),  
VOLATILIZAÇÃO, 
FATORES QUE INFLUENCIAM A VOLATILIZAÇÃO,  
ALTERNATIVAS PARA REDUÇÃO DE PERDAS POR VOLATILIZAÇÃO,  
PRESSÃO DE VAPOR (PV),  
SOLUBILIDADE (S), 
RELAÇÃO ENTRE PRESSÃO DE VAPOR (PV) E SOLUBILIDADE (S), 
RELAÇÃO ENTRE KH E INCORPORAÇÃO DE HERBICIDAS, 
ABSORÇÃO PELAS PLANTAS, 
LIXIVIAÇÃO,  
PROCESSOS DE TRANSFORMAÇÃO,  
PERSISTÊNCIA,  
DEGRADAÇÃO QUÍMICA,  
DEGRADAÇÃO BIOLÓGICA (MICROBIANA) OU BIODEGRADAÇÃO,  
FOTODECOMPOSIÇÃO OU FOTÓLISE,  
CONSIDERAÇÕES FINAIS,  
REFERÊNCIAS,  

CAPÍTULO 6 - FITORREMEDIAÇÃO DE ÁREAS CONTAMINADAS POR HERBICIDAS 
INTRODUÇÃO,  
FITORREMEDIAÇÃO: MECANISMO DE BIORREMEDIAÇÃO,  
HERBICIDAS RESIDUAIS: OBJETO DE ESTUDO, 
FITORREMEDIAÇÃO: CLASSIFICAÇÕES,  
RIZOFILTRAÇÃO,  
FITOESTIMULAÇÃO E RIZODEGRADAÇÃO,  
FITODEGRADAÇÃO,  
ESTRATÉGIAS PARA O SUCESSO DA FITORREMEDIAÇÃO,  
LIMITAÇÕES PARA O EMPREGO DA TÉCNICA,  
ESCOLHA DA ESPÉCIE VEGETAL REMEDIADORA,  
PROPOSTA DE ETAPAS PARA A SELEÇÃO DAS PLANTAS,  
CONSIDERAÇÕES FINAIS,  
REFERÊNCIAS,  

CAPÍTULO 7 - HERBICIDAS: RESISTÊNCIA DE PLANTAS 
INTRODUÇÃO,  
MECANISMOS QUE CONFEREM RESISTÊNCIA,  
ALTERAÇÃO DO LOCAL DE AÇÃO,  
METABOLIZAÇÃO,  
COMPARTIMENTALIZAÇÃO,  
ABSORÇÃO E TRANSLOCAÇÃO,  
SENSIBILIDADE, TOLERÂNCIA E RESISTÊNCIA,  
RESISTÊNCIA CRUZADA,  
RESISTÊNCIA MÚLTIPLA,  
EVOLUÇÃO DA RESISTÊNCIA,  
FATORES QUE FAVORECEM O SURGIMENTO DA RESISTÊNCIA,  
PRESSÃO DE SELEÇÃO,  
VARIABILIDADE GENÉTICA,  
DIAGNÓSTICO DA RESISTÊNCIA A CAMPO,  
COMO CONFIRMAR A RESISTÊNCIA,  
COMO EVITAR A RESISTÊNCIA,  
MANEJO DA RESISTÊNCIA A HERBICIDAS,  
CARACTERÍSTICAS DA RESISTÊNCIA POR GRUPOS HERBICIDAS,  
AUXINAS,  
BIPIRIDÍLIOS,  
DERIVADOS DA GLICINA,  
DINITROANILINAS,  
INIBIDORES DE ACCASE,  
INIBIDORES DE ALS,  
TRIAZINAS,  
URÉIAS/AMIDAS,  
SELEÇÃO DE BIÓTIPOS RESISTENTES POR DIFERENTES MECANISMOS DE AÇÃO HERBICIDA,  
A RESISTÊNCIA DE PLANTAS DANINHAS NO BRASIL,  
RESISTÊNCIA DO AZEVÉM (LOLIUM MULTIFLORUM) AO GLYPHOSATE,  
CULTURAS TRANSGÊNICAS E PLANTAS DANINHAS RESISTENTES A HERBICIDAS,  
CULTURAS TRANSGÊNICAS,  
PLANTAS DANINHAS RESISTENTES EM CULTURAS TRANSGÊNICAS,  
COMENTÁRIOS FINAIS,  
REFERÊNCIAS,  

CAPÍTULO 8 - TECNOLOGIA DE APLICAÇÃO DE HERBICIDAS 
INTRODUÇÃO,  
ALVO BIOLÓGICO E EFICIÊNCIA,  
MÉTODOS DE APLICAÇÃO DE DEFENSIVOS,  
APLICAÇÃO VIA LÍQUIDA,  
COBERTURA DO ALVO,  
CLASSIFICAÇÃO DO TAMANHO DE GOTAS,  
QUALIDADE DE DISTRIBUIÇÃO DA PULVERIZAÇÃO,  
DERIVA - CAUSAS E CONTROLE,  
EQUIPAMENTOS E TÉCNICAS PARA APLICAÇÃO VIA LÍQUIDA,  
TIPOS DE PULVERIZADORES,  
COMPONENTES BÁSICOS DOS PULVERIZADORES HIDRÁULICOS,  
TANQUE OU DEPÓSITO DO PULVERIZADOR,  
AGITADORES DE TANQUE,  
REGISTROS,  
FILTROS,  
BOMBA,  
CÂMARA DE COMPENSAÇÃO,  
REGULADOR DE PRESSÃO,  
MANÔMETRO,  
REGISTROS OU VÁLVULAS DIRECIONAIS,  
BARRA, 
BICOS, 
CALIBRAÇÃO DO PULVERIZADOR DE BARRA, 
EXEMPLOS DE CÁLCULOS,  
SEGURANÇA NA APLICAÇÃO DE DEFENSIVOS, 
EXERCÍCIOS PROPOSTOS,  

REFERÊNCIAS,

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