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Livro Ecologia de Florestas Tropicais do Brasil
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Livro Ecologia de Florestas Tropicais do Brasil

Categoria: Ecologia e Meio AmbienteSilvicultura

ISBN: 978-85-7269-371-4

Quantidade Disponivel: 2 Un

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Estudos sobre os processos e interações ecológicas que regem a composição e estrutura das florestas tropicais, bem como a dinâmica de suas populações e grupos funcionais no tempo e no espaço, tornam-se cada vez mais essenciais na definição de ações adequadas à conservação e restauração desses ecossistemas. 

Neste livro, especialistas de importantes instituições de ensino e pesquisa escrevem sobre os principais temas relacionados à Ecologia das Florestas Tropicais Brasileiras. Portanto, trata-se de obra multidisciplinar e de grande abrangência, dada a própria natureza do assunto, porém sem fugir do seu objetivo principal, qual seja discorrer sobre o estado da arte dos estudos sobre Ecologia Florestal no Brasil.

Esta obra, além de fornecer referencial teórico abrangente e atualizado para pesquisas e publicações, tem sido adotada como livro-texto em disciplinas de graduação e de pós-graduação em Ecologia na maioria dos cursos de Engenharia Florestal do país e de cursos de áreas correlatas, como Ciências Biológicas, Ecologia, Agronomia, Engenharia Ambiental e outras. Aliado a isso, o grande sucesso da primeira edição, rapidamente esgotada, levou ao lançamento desta segunda edição, revista e acrescida de dois capítulos, um sobre a Ciclagem de Nutrientes em Ecossistemas Florestais e o outro sobre a Biologia da Polinização.

Acabamento: Brochura

Ano: 2012

Autor: Sebastião Venâncio Martins

Edição: 2

Editora: UFV

ISBN: 978-85-7269-431-5

Páginas: 371

Capítulo 1
Sucessão Ecológica: Fundamentos e Aplicações na Restauração de Ecossistemas Florestais 21
Os primeiros estudos e teorias sobre sucessão ecológica 21
Implicações do paradigma clássico na conservação e restauração de ecossistemas florestais 23
A evolução das teorias sucessionais e a mudança de paradigmas 25
O paradigma contemporâneo e sua aplicação na restauração ecológica 28
O papel das clareiras na sucessão e na restauração florestal 31
O banco de sementes do solo e seu papel na sucessão e na restauração florestal 37
A rebrota de espécies arbustivo-arbóreas e suas implicações na regeneração florestal 40
Considerações finais 41
Referências 42

Capítulo - 2
Floração, Polinização e Sistemas Reprodutivos em Florestas Tropicais 53
Introdução 53
Fenologia da Floração 55
Conceituação e importância 55
Sincronia da floração e estratégias reprodutivas 56
Padrões de floração 57
Fatores abióticos e bióticos associados à floração 59
Síndromes de Polinização 62
Cantarofilia 62
Miiofilia e sapromiiofilia 64
Melitofilia 64
Psicofilia, falenofilia e esfingofilia 68
Ornitofilia 70
Quiropterofilia e polinização por mamíferos não voadores 70
Sistemas Reprodutivos 71
Alogamia e autogamia 71
Apomixia 73
Autogamia versus apomixia 74
Considerações finais 75
Agradecimentos 76
Referências 76

Capítulo 3
Ecologia da Dispersão de Sementes em Florestas Tropicais 85
Introdução 85
O conceito biológico de dispersão 86
Vantagens da dispersão para as plantas 87
Síndromes de dispersão 89
Síndromes bióticas e abióticas 89
Dispersão secundária, diplocoria e eventos pós-dispersão 93
Barreiras para a dispersão 94
Banco e chuva de sementes 95
A fenologia reprodutiva e a dispersão de sementes 98
A dispersão de sementes e sua importância para a conservação dos ecossistemas 100
Referências 101

Capítulo 4
Formações Florestais Brasileiras 107
Formações florestais no sistema de classificação da vegetação brasileira 107
Floresta ombrófila 111
Floresta ombrófila densa 113
Floresta ombrófila aberta 116
Floresta ombrófila mista 117
Floresta estacional 120
Floresta estacional decidual 120
Floresta estacional semidecidual 123
Floresta estacional perenifólia 124
Campinarana florestada 126
Savana florestada (cerradão) 127
Savana-estépica florestada (caatinga) 128
Formações pioneiras 129
Florestas com influência marinha (restinga) 129
Formações pioneiras com influência fluviomarinha (manguezais) 131
Formações pioneiras com influência fluvial e, ou, lacustre
(comunidades aluviais) 131
Observações sobre denominações empregadas para as florestas aluviais 133
Considerações finais 134
Referências 135

Capítulo 5
Uma Visão Pedogeomorfológica sobre as Formações Florestais
da Mata Atlântica 141
Introdução 141
A Mata Atlântica 142
Paisagem da Mata Atlântica 146
A importância dos solos e da geomorfologia 147
Comunidades florestais e o gradiente pedológico-geomorfológico: o caso 
de uma típica floresta estacional semidecidual no domínio da Mata Atlântica em Viçosa, MG 149
Os diferentes hábitats de solos e a estrutura das comunidades arbóreas 154
Hábitat de Cambissolo epieutrófico com floresta alta densa 154
Hábitat de Latossolo câmbico com floresta alta aberta 158
Hábitat de Latossolo distrófico com floresta baixa aberta 162
Riqueza, diversidade e biomassa nos hábitats 165
Considerações finais 168
Referências 169

Capítulo 6
Ciclagem de Nutrientes em Florestas do Brasil 175
Estoques e transferências de nutrientes nos ecossistemas 175
Fatores que afetam a ciclagem dos nutrientes em florestas 183
Caracterização dos ecossistemas 188
Ciclagem de nutrientes nos ecossistemas amazônicos 192
Ciclagem de nutrientes em florestas inundadas da Amazônia 202
Ciclagem de nutrientes nos ecossistemas da Mata Atlântica 206
Ciclagem de nutrientes nas Florestas Estacionais Semideciduais 223
Ciclagem de nutrientes em matas ciliares 233
Considerações finais 240
Referências 242

Capítulo 7
Relações Solo-Vegetação em Alguns Ambientes Brasileiros: Fatores Edáficos e Florística 252
Introdução 252
Algumas relações solo-vegetação no território brasileiro 253
Florestas montanas sobre canga em carajás, sul da Amazônia 253
Florestas montanas no extremo oeste acriano, sudoeste da Amazônia 262
Florestas de ipucas e matas secas da planície do Araguaia: ilhas 
florestais nos cerrados e campos inundáveis 269
Ilhas de florestas (capões de mata) na Serra do Cipó, Espinhaço Meridional, em Minas Gerais 278
Mata Atlântica na Serra do Brigadeiro: remanescente florestal
montano e altimontano em meio ao mar de morros 284
Considerações finais 290
Referências 291

Capítulo 8
Estrutura e Diversidade de Comunidades Florestais 294
Estudos sobre vegetação: importância e abordagens 294
Em busca das variáveis 296
Perguntas e hipóteses 298
O desenho amostral 299
A análise dos dados 300
Discussão dos resultados 301
Sobre os métodos, suas limitações, erros comuns e novas abordagens 301
Área basal: vantagens, limitações e erros comuns 303
Densidade: armadilhas do critério de inclusão 306
Problema das comparações pela média de tamanho dos indivíduos 307
Distribuição dos indivíduos entre classes de tamanho 308
Estratificação vertical da comunidade 308
Cobertura de copas 309
Índices de agregação 310
Árvores mortas 311
Curva de espécies acumuladas 311
Raridade 312
Índices e escalas de diversidade 312
Diversidade funcional 314
Índices de similaridade 315
A classificação em grupos ecológicos 316
Dinâmica de comunidades vegetais 316
Componentes não arbóreos das comunidades vegetais 318
Diagnóstico e perspectivas 318
Agradecimentos 319
Referências 319

Capítulo 9
Padrões Espaciais de Espécies Arbóreas Tropicais 326
Introdução 326
Definição e modelos de padrão espacial 327
Causas do padrão espacial 329
Padrão espacial em formações florestais 330
Padrão espacial em plantas jovens 330
Padrão espacial em plantas adultas 331
Análise do padrão espacial 332
Índices de detecção do padrão espacial para amostras
em parcelas 333
Índices baseados na razão entre a variância e a média 334
Índice de dispersão de morisita 337
Análise do padrão espacial através de medidas de distâncias 338
Coeficiente de agregação de Hopkins 340
Índice de padrão espacial T2 341
Método do vizinho mais próximo 342
Função K de Ripley 343
Função K univariada 346
Aplicações da Função K de Ripley na ecologia florestal 348
Considerações finais 350
Agradecimentos 351
Referências 352

Capítulo 10
Espécies Arbóreas Raras 355
Introdução 355
Os conceitos de espécie rara e espécie endêmica 357
A flora ameaçada de extinção 359
Lista de espécies ameaçadas de extinção 360
Análise comparativa 363
Considerações finais 367
Agradecimentos 368
Referências 368

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