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Livro CONTABILIDADE RURAL - Uma Abordagem do Agronegócio Dentro da Porteira
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Livro CONTABILIDADE RURAL - Uma Abordagem do Agronegócio Dentro da Porteira

Categoria: Administração e Marketing Rural

ISBN: 978-85-362-4631-4

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O livro tem por objetivo discutir os procedimentos para a mensuração de ativos biológicos e produtos agrícolas pelo método a valor justo. Visa atender, principalmente, a graduação em Ciências Contábeis e Administração. Dado o processo de convergência do Brasil às normas contábeis internacionais, a discussão de procedimentos para elaboração de demonstrações contábeis nas atividades agrícola e zootécnica com base no valor justo é tema ainda não abordado nas principais obras de Contabilidade Rural e Contabilidade do Agronegócio no Brasil.

Com a edição do CPC 29, o ativo biológico e o produto agrícola passam a ser avaliados pelo valor justo menos despesa de venda, em lugar do custo histórico de formação ou aquisição. Pelo pronunciamento, o que era regra (mensuração pelo custo) agora passa a ser exceção, sendo a mensuração pelo valor justo menos despesa de venda a regra atual para aqueles ativos.

A obra traz exercícios práticos que contribuem para a fixação dos conteúdos exigidos pelos currículos das instituições de ensino, bem como elucidam e exemplificam pontos das normativas contábeis específicas - a exemplo do CPC 29. Na mesma linha, o manual do professor (com respostas dos exercícios) facilita a escolha de atividades a serem aplicadas em sala, em trabalhos avaliativos etc., tendo em vista o grande número de exercícios disponíveis. Por fim, os modelos de prova facilitam e reduzem o tempo utilizado pelos professores em cada etapa da(s) disciplina(s), considerando que o manual apresenta inclusive as respostas das provas.

Além dos cursos de graduação e especialização em Ciências Contábeis e Administração, a obra também se aplica aos cursos das áreas de Engenharia (de Produção, Florestal, Agronômica, Ambiental, da Pesca etc.), Comércio Exterior, Agronegócio, dentre outros. No campo profissional, a obra é referência para contadores em empresas de contabilidade, contadores autônomos e contadores internos nas empresas rurais (fazendas etc.) e/ou agroindustriais.

Deyvison de Lima Oliveira

Doutor em Administração pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul; mestre em Administração pela Universidade Federal de Rondônia; graduado em Ciências Contábeis pela Universidade Federal de Rondônia. Professor universitário em cursos de Ciências Contábeis e Administração. Pesquisa na área de Administração, com ênfase em Gestão e Qualidade da Informação, Capacidades de TI e Gestão dos Impactos da TI. Na área de Contabilidade, desenvolve pesquisas em Contabilidade de Ativos Biológicos e Produtos Agrícolas.

Gessy Dhein Oliveira

Pós-graduada em Controladoria de Negócios e Gestão pela Universidade Federal de Rondônia; graduada em Ciências Contábeis pela Universidade Federal de Rondônia e em Administração pela Faculdade de Educação e Ciências Administrativas de Vilhena.

Acabamento: Brochura

Ano: 2014

Autor: Deyvison de Lima Oliveira, Gessy Dhein Oliveira

Edição: 1

Editora: Juruá

ISBN: 978-85-362-4631-4

Páginas: 446

1ª PARTE LIVRO-TEXTO

PARTE I CONTABILIDADE DE ATIVO BIOLÓGICO E PRODUTO AGRÍCOLA : MENSURAÇÃO DO PATRIMÔNIO E DO RESULTADO DENTRO DA PORTEIRA

CAPÍTULO 1 - PATRIMÔNIO NA ATIVIDADE RURAL: A INFLU ÊNCIA DA NATUREZA

1.1 Contabilidade como uma ciência da informação

1.2 Produção rural e a influência da natureza: o processo decisório

1.2.1 Variáveis da natureza e o negócio: peculiaridades da atividade rural

1.2.2 Processo decisório na atividade rural e o pa pel da informação contábil na gestão

1.3 Contabilidade de agronegócio: um ramo da conta bilidade aplicada

1.3.1 Campos de aplicação .

1.3.2 Patrimônio e o negócio na atividade rural .

1.4 Ciclo operacional no agronegócio .

1.4.1 Conceito de ciclo operacional

1.4.2 Diversidade produtiva e ciclo operacional

1.4.3 Período de elaboração das demonstrações cont ábeis

Exercícios

Referências

CAPÍTULO 2 - RESULTADO NA ATIVIDADE RURAL: ABORDAGEM À MENSURAÇÃO

2.1 Regimes de caixa versus competência na atividade rural

2.1.1 A visão da ciência contábil

2.1.2 Itens que geram dificuldades de compreensão no regime de competência

2.2 Resultado na atividade rural: fatos intervenientes

2.2.1 Crescimento natural

2.2.2 Receita de vendas

2.2.3 Despesas do período

2.2.4 Perdas

2.3 Lucro econômico versus lucros do período versus variação de caixa

2.3.1 Regra geral de reconhecimento da receita

2.3.2 Quando há lucro estritamente econômico?

2.3.3 Variação do caixa no período e o "lucro financeiro"

2.4 Importância da mensuração do resultado no agronegócio: o papel da ciência contábil

Exercícios

Referências

EXERCÍCIOS DA PARTE I

LEITURAS INDICADAS DA PARTE I

PARTE II CLASSIFICAÇÕES CONTÁBEIS NA ATIVIDADE RURAL

CAPÍTULO 3 - CLASSIFICAÇÕES CONTÁBEIS NA ATIVIDADE AGRÍCOLA

3.1 Estoques na atividade agrícola

3.1.1 Produtos agrícolas

3.1.2 Ativos biológicos consumíveis .

3.1.3 Ativos biológicos maduros e imaturos .

3.1.4 Proposta de contas para o grupo "Estoques" n a agricultura

3.1.5 Descrição dos principais grupos e contas do Estoque (agricultura)

3.2 Reconhecimento de ativo imobilizado

3.2.1 Ativos biológicos para produção na atividade agrícola

3.2.2 Proposta de contas para o grupo "Imobilizado " na agricultura

3.2.3 Momento da mudança de ativos biológicos para produção "imaturos" para "maduros" .

Exercícios

Referências

CAPÍTULO 4 - CLASSIFICAÇÕES CONTÁBEIS NA ATIVIDADE ZOOTÉCNICA .

4.1 Estoques na atividade zootécnica

4.1.1 Proposta de contas para o grupo "Estoques" n a atividade zootécnica

4.1.2 Gado em experimentação.

4.2 Ativo imobilizado na atividade zootécnica

4.2.1 Proposta de contas para o grupo "Imobilizado " na atividade zootécnica

4.2.2 Momento da mudança de ativos biológicos para produção "imaturos" para "maduros" .

Exercícios

Apêndice A - Proposta de plano de contas para a atividade rural (Estoques e Imobilizado)

Referências

EXERCÍCIOS DA PARTE II

LEITURAS INDICADAS DA PARTE II

PARTE III MENSURAÇÃO DE ESTOQUES: ABORDAGEM AO PRODUTO AGRÍCOLA E AO ATIVO BIOLÓGICO CONSUMÍVEL

CAPÍTULO 5 - ESTOQUES NA ATIVIDADE AGRÍCOLA .

5.1 Critérios de mensuração de estoques

5.2 Mensuração na atividade agrícola .

5.2.1 Exemplos de produtos agrícolas na agricultura

5.2.2 Valor justo

5.2.3 Reconhecimento do valor justo

5.2.4 Proposta para reconhecimento do produto agrícola em formação .

5.2.4.1 Provisão para redução ao valor realizável líquido do "produto agrícola em formação" .

5.2.5 Ganhos e perdas

5.3 Exemplos de mensuração a valor justo .

5.3.1 Produtos oriundos de ativo biológico consumí vel (milho)

5.3.2 Produtos oriundos de ativo biológico para pr odução (laranja)

Exercícios

Referências

CAPÍTULO 6 - ESTOQUES NA ATIVIDADE ZOOTÉCNICA .

6.1 Mensuração do ativo biológico consumível e pro duto agrícola pelo valor justo

6.1.1 Exemplos de ativos biológicos consumíveis e p rodutos agrícolas

6.1.2 Valor justo na atividade zootécnica

6.1.3 Reconhecimento do valor justo inicial e corrente

6.1.4 Ganhos e perdas

6.1.5 Critérios para classificação dos ativos biológicos consumíveis no Balanço .

6.2 Exemplos de mensuração a valor justo .

6.2.1 Pecuária de corte - exemplo simplificado

6.2.2 Pecuária de corte - exemplo completo

Exercícios

Referências

EXERCÍCIOS DA PARTE III

LEITURAS INDICADAS DA PARTE III

PARTE IV IMOBILIZADO: ABORDAGEM AO ATIVO BIOLÓGICO PARA PRODUÇÃO

CAPÍTULO 7 - ATIVO BIOLÓGICO PARA PRODUÇÃO NA ATIVI - DADE AGRÍCOLA

7.1 Fases do ativo biológico para produção .

7.1.1 Ativos biológicos para produção maduros .

7.1.2 Ativos biológicos para produção imaturos.

7.2 Mensuração do ativo biológico para produção pelo valor justo

7.2.1 Valor de mercado

7.2.2 Valor presente do fluxo de caixa líquido esperado do ativo

7.2.3 Reconhecimento inicial do ativo biológico para produção

7.2.4 Ganhos e perdas do ativo biológico para produção

7.3 Mensuração do ativo biológico para produção pelo custo histórico

7.3.1 Ativos biológicos para produção imaturos.

7.3.2 Ativos biológicos para produção maduros .

7.3.3 Amortização dos ativos biológicos maduros mensurados pelo custo histórico .

7.4 Resumo dos métodos e critérios de mensuração do ativo biológico para produção .

7.4.1 Métodos e critérios de mensuração

7.4.2 Mensuração de ativos biológicos imaturos e maduros: uma proposta

7.5 Exemplos de mensuração de ativo biológico para produção

7.5.1 Mensuração a valor justo .

7.5.2 Mensuração pelo custo histórico .

Exercícios

Apêndice A - Conversão de valor futuro em valor presente: revisão de conceitos e aplicações .

Referências

CAPÍTULO 8 - ATIVO BIOLÓGICO PARA PRODUÇÃO NA ATIVI - DADE ZOOTÉCNICA .

8.1 Mensuração do ativo biológico para produção na pecuária de corte pelo valor justo

8.1.1 Classificação e categorização do gado

8.1.2 Valor de mercado e valor presente dos fluxos de caixa futuros

8.1.3 Reconhecimento inicial e corrente do ativo biológico

8.1.4 Ganhos e perdas do ativo biológico .

8.1.5 Receita versus despesas na mensuração a valor justo .

8.2 Mensuração do ativo biológico para produção na pecuária de corte pelo custo histórico .

8.2.1 Ativos biológicos para produção imaturos.

8.2.2 Ativos biológicos para produção maduros .

8.2.3 Redução do potencial produtivo do ativo biol ógico para produção na pecuária: uma proposta

8.2.4 Perdas por redução ao valor recuperável do ativo: uma proposta

8.3 Exemplos de mensuração de ativo biológico para produção na pecuária

8.3.1 Mensuração a valor justo .

8.3.2 Mensuração pelo custo histórico .

8.3.3 Comparação dos métodos de mensuração dos ati vos biológicos

Exercícios

Referências

EXERCÍCIOS DA PARTE IV

LEITURAS INDICADAS DA PARTE IV

PARTE V DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS DE CAIXA (DFC)

CAPÍTULO 9 - DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS DE CAIXA NA AT IVIDADE RURAL

9.1 Demonstração dos Fluxos de Caixa (DFC): regula mentação

9.1.1 Informações da DFC .

9.1.2 Conceito de "caixa" para a DFC .

9.2 Classificação das atividades da DFC e o agrone gócio

9.2.1 Atividades operacionais

9.2.2 Atividades de investimento

9.2.3 Atividades de financiamento

9.3 Transações que não afetam caixa .

9.4 Métodos de elaboração: importância das informa ções para a atividade rural

9.4.1 Método direto

9.4.2 Método indireto

9.5 Exemplo de DFC na atividade rural

9.5.1 Resolução pelo método direto

9.5.2 Resolução pelo método indireto

9.5.3 Comentários ao exemplo

Referências

LEITURA INDICADA DA PARTE V

2ª PARTE MANUAL DO PROFESSOR

PARTE II CLASSIFICAÇÕES CONTÁBEIS NA ATIVIDADE RURAL

APRESENTAÇÃO .

CAPÍTULO 4

Exercício 1

PARTE III MENSURAÇÃO DE ESTOQUES: ABORDAGEM AO PRODUTO AGRÍCOLA E AO ATIVO BIOLÓGICO CONSUMÍVEL

CAPÍTULO 5

Exercício 3

CAPÍTULO 6

Exercício 5

EXERCÍCIOS DA PARTE III

Exercício 3

Exercício 4

Exercício 5

MODELO DE PROVA I

MODELO DE PROVA I

Exercício 1

Exercício 2

Exercício 3

Exercício 4

Exercício 5

Exercício 6

PARTE IV IMOBILIZADO: ABORDAGEM AO ATIVO BIOLÓGICO PARA PRODUÇÃO

CAPÍTULO 7

Exercício 4

Exercício 5

Exercício 6

Exercício 7

CAPÍTULO 8

Exercício 1

Exercício 2

EXERCÍCIOS DA PARTE IV

Exercício 1

Exercício 2

PARTE V DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS DE CAIXA (DFC)

CAPÍTULO 9

Exercício 6

MODELO DE PROVA II

MODELO DE PROVA II

Exercício 1

Exercício 2

Exercício 3

REFERÊNCIAS .

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